quinta-feira, 12 de maio de 2011

Mudança no Código Florestal é ‘retrocesso’, diz MPF

O Ministério Público Federal (MPF) divulgou nesta terça-feira (10) parecer em que avalia as mudanças no Código Florestal como “retrocesso” à preservação do meio ambiente no Brasil. A análise do texto, elaborado pelo relator do novo Código Florestal, deputado Aldo Rebelo (PCdoB-SP), foi feita por dois peritos em engenharia florestal a pedido da 4ª Câmara de Coordenação e Revisão do MPF, que cuida de questões ambientais.

“[O novo Código] admite que a Reserva Legal de pequenas propriedades seja composta apenas pela vegetação remanescente, anistiando a recuperação das áreas degradadas”, afirma o documento.

De acordo com o documento do MPF, em vez obrigar desmatadores a recuperar as terras degradas, o novo Código propõe a recuperação apenas com vegetação remanescente. Para os peritos do MPF, essa medida acabaria com a obrigação de recuperar essas áreas de preservação.

O Código Florestal é a legislação que trata sobre a preservação ambiental em propriedades rurais. A polêmica sobre o assunto fez com que a votação do novo código, que estava prevista pra esta terça, foi adiada para esta quarta-feira (11).

Além disso, o parecer alerta para o risco das mudanças envolvendo a reserva legal. O novo código prevê a soma dessas áreas de reserva com as Áreas de Preservação Permanente (APPs), que são os locais mais frágeis, como beira de rios, topos de morros e encostas, onde a vegetação original deve ser protegida.

“A área de reserva legal que deixará de ser recomposta será correspondente a 3,2 módulos fiscais para imóveis situados em área de florestas na Amazônia Legal, dois módulos fiscais para imóveis situados em área de cerrado na Amazônia Legal e de 0,8 módulo fiscal para imóveis situados em área de cerrado na Amazônia Legal e em todas as formações e regiões do país, o que reduz a extensão de área protegida”, afirmam os peritos no documento.

O parecer critica ainda a retirada ou redução de proteção de dunas, manguezais, várzeas e topos de morros. Além disso, segundo o documento, a substituição da palavra “preservada” por “conservada” no conceito de Áreas de Preservação Permanente (APPs) pode ser um risco para o meio ambiente.

“Enquanto a preservação pressupõe a não-utilização, a conservação pressupõe o uso racional. A preservação é mais rigorosa, portanto”, afirma o documento do MPF. (Fonte: Débora Santos/ G1)

Lagarto sem olhos e sem patas é descoberto no Camboja

Cientistas anunciaram a descoberta de uma nova espécie de lagarto, sem olhos e sem patas, no Camboja, país do sudeste da Ásia.

Neang Thy, zoólogo do Ministério do Meio Ambiente cambojano, e a organização de defesa do meio ambiente Fauna & Flora International (FFI) encontraram a criatura, parecida com um verme ou uma cobra, na região das Montanhas Cardamomo.

O zoólogo notou a presença do lagarto quando revirou um pedaço de madeira no chão da mata e conseguiu capturá-lo.

“Primeiro pensei que era uma espécie comum”, disse o zoólogo, que estuda répteis e anfíbios há quase dez anos no Camboja. Mas o cientista logo percebeu que se tratava de uma nova espécie.

O réptil evoluiu para viver embaixo da terra, perdendo as patas para conseguir passar pelo solo ao retorcer o corpo. Thy e seus colegas confirmaram que esta é uma nova espécie e publicaram a conclusão na revista especializada Zootaxa. O novo lagarto foi chamado de lagarto cego da Montanha Dalai (Dibamus dalaiensis), devido à montanha onde foi encontrado.
Um ano – Jenny Daltry, bióloga da FFI, disse que foi necessário quase um ano para ter certeza de que se tratava realmente de uma nova espécie.

“Eles tiveram que analisar todas as descrições científicas de todas as outras espécies… e analisar as espécies em museus”, disse Daltry à BBC.

“O que é realmente animador sobre isto é que esta foi a primeira vez que um cidadão cambojano descobriu uma nova espécie, juntou todas as provas científicas e publicou a descoberta.” Daltry afirma ainda que existem vários outros lagartos sem patas na natureza, como uma espécie da Grã-Bretanha.

Diferentemente das cobras, os lagartos sem patas não têm a língua bifurcada. Além disso, “a maioria das cobras tem apenas um pulmão, e os lagartos têm dois”, disse a cientista.“E também, a maioria dos lagartos conseguem piscar, algo que as cobras não conseguem. Mas, este novo lagarto não tem olhos.” (Fonte: Portal iG)

Consórcio internacional quer criar consciência humana para robô

Um projeto científico prevê a criação de robôs com sofisticados chips que funcionam como um cérebro humano – capaz de dar-lhes consciência de suas sensações e seu entorno -, além de fabricar um computador que simule doenças neuronais.

Muitos segredos que envolvem o cérebro humano poderiam ser publicados graças a este projeto de dimensões mundiais, afirmaram nesta terça-feira (10) os responsáveis pelas pesquisas durante uma apresentação na Universidade Politécnica de Madrid, na Espanha.
O programa, batizado de “Human Brain Project” (Projeto Cérebro Humano), está a cargo de instituições científicas da Espanha, Suíça, Alemanha, Suécia, Reino Unido, Bélgica, Israel, França e Áustria.

“É o momento de integrar, graças a este projeto, toda a informação sobre o cérebro que existe no mundo, que é muita e muito detalhada, mas excessivamente dispersa”, afirmou o coordenador da iniciativa, o investigador Henry Markram, da l’École Polytechnique Fédérale de Lausanne (Suíça).

Doenças neuronais – Entre outras possibilidades, o projeto oferece a possibilidade de se chegar à cura de doenças neuronais sem ser necessário esperar anos para se testar a eficácia de um determinado remédio.

O programa inclui a criação de um computador que poderia operar a partir de 2018 e que realizaria milhares de simulações de problemas cerebrais em tempo recorde, além de gerar protótipos virtuais de diferentes tipos de cérebros com distintas doenças.

A infinidade de simulações tornaria possível prever a eficácia de milhares de medicamentos sem ter de testá-los em seres vivos. Graças ao projeto, serão desenvolvidos novos circuitos e tecnologias inspirados no funcionamento do cérebro humano aplicáveis a robôs. Até agora, nenhuma tecnologia foi capaz de simular o complexo cérebro humano. (Fonte: Folha.com)

Norte de MG pode virar deserto dentro de 20 anos

Um terço do território de Minas Gerais pode virar “deserto” em 20 anos. A conclusão é de um estudo encomendado pelo Ministério do Meio Ambiente ao governo mineiro e concluído em março.

O desmatamento, a monocultura e a pecuária intensiva, somados a condições climáticas adversas, empobreceram o solo de 142 municípios do Estado.

Se nada for feito para reverter o processo, de acordo com o estudo, essas terras não terão mais uso econômico ou social, o que vai afetar 20% da população mineira.

Isso obrigaria 2,2 milhões de pessoas a deixar a região norte do Estado e os vales do Mucuri e do Jequitinhonha.

“A terra perde os nutrientes e fica estéril, não serve para a agricultura nem consegue sustentar a vegetação nativa”, afirma Rubio de Andrade, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Norte e Nordeste de Minas, responsável pelo estudo. A região engloba cerrado, caatinga e mata atlântica.

Segundo o governo do Estado, é preciso investir R$ 1,3 bilhão nas próximas décadas para frear o processo, que já causa danos no semiárido mineiro. Lá estão 88 das 142 cidades consideradas suscetíveis à desertificação.

Vladia Oliveira, professora do Departamento de Geografia da Universidade Federal do Ceará, disse que áreas desertificadas são diferentes de desertos naturais porque passam por um acentuado declínio de biodiversidade até se tornarem estéreis.

“Já os desertos são ecossistemas com sustentabilidade, ainda que com baixa diversidade. Eles estão vivos.”

Programa nacional – O estudo foi encomendado para o Programa de Ação Nacional de Combate à Desertificação, que terá R$ 6 milhões neste ano para combater a desertificação no país.

Andrade diz que, para reduzir o fenômeno, é preciso aumentar as reservas naturais de vegetação e recuperar os recursos hídricos. O agricultor Geraldo Moreno, 50, dono de três hectares em Espinosa (700 km de BH), já sente as mudanças em sua pequena lavoura de feijão. “Se der para [alimentar] a família dá para comemorar”, diz ele, que sustenta mulher e quatro filhos com a terra. “Aqui não chove quase nada e não tenho dinheiro para adubar a terra. O que salva são as cabras, mas estão magras”, diz o mineiro, que recebe verba do Bolsa Família para complementar a renda.

O governo pretende reduzir o espaço destinado ao gado nas áreas de caatinga e restringir atividades prejudiciais ao meio ambiente, como a extração de carvão.

“A população tem de se conscientizar de que, se essas ações não forem tomadas, nada mais poderá ser produzido”, diz Andrade. (Fonte: Raphael Veleda/ Folha.com)

Energias renováveis cobrirão 80% da demanda global, diz IPCC

As energias renováveis poderão satisfazer 80% das necessidades globais em 2050 se forem mais desenvolvidas, de acordo com o relatório 164 do IPCC (Painel Intergovernamental sobre Mudanças Climáticas) da ONU, divulgado nesta segunda-feira (9) em Abu Dhabi (Emirados Árabes).

O diretor-geral da Irena (Agência Internacional de Energias Renováveis), Adnan Amin, afirmou: “Segundo o relatório, o desenvolvimento do setor da energia renovável é inevitável, já que desempenha um papel-chave no futuro para todo o planeta.”

O documento, que foi elaborado por mais de 120 pesquisadores, analisa diversas medidas para desenvolver as novas fontes de energia renovável. Segundo o texto, está previsto que esse setor se desenvolva em meados deste século e que seu uso se multiplique de três a 20 vezes.

O relatório destaca que em 2009 houve um notável aumento na produção de energia renovável: eólica (aumento de 30%), hidrelétrica (3%), solar vinculada a redes de distribuição (50%), geotérmica (4%) e solar para aquecimento de água (20%).

Além disso, a produção de etanol aumentou 10%, e a de diesel, 9%. No documento, estima-se que os investimentos necessários para desenvolver este setor na próxima década devem ser de US$ 1,3 bilhão a US$ 5,1 bilhões.

Abu Dhabi recebe durante dez dias atividades relacionadas ao IPCC, que realizará a 33ª sessão de seu plenário entre os próximos dias 10 e 13, com a participação de mais de 600 delegados. (Fonte: Folha.com)

Mariposa inspira nanotecnologia para estudar Mal de Alzheimer

Imitando a estrutura das antenas da mariposa da seda, pesquisadores desenvolveram um nanoporo que irá ajudar a lidar com uma classe de doenças neurodegenerativas que inclui o Mal de Alzheimer.

A minúscula ferramenta em forma de túnel – tecnicamente chamada de nanoporo – foi desenvolvida por uma equipe coordenada por cientistas da Universidade de Michigan, nos Estados Unidos.

Os nanoporos são essencialmente furos muito pequenos e muito precisos, feitos em uma pastilha de silício. Eles funcionam como minúsculos dispositivos de medição, que permitem o estudo de moléculas individuais e proteínas conforme estas passam através deles.

Mesmos os melhores nanoporos construídos hoje entopem facilmente, o que tem impedido que a tecnologia cumpra todo o seu potencial – os cientistas esperam que os nanoporos permitam a construção de uma nova geração de equipamentos de sequenciamento de DNA mais rápidos e mais baratos, apenas para citar um exemplo.

Biomimetismo – A equipe foi buscar na natureza a inspiração para resolver essas limitações.
A solução veio na forma de uma cobertura oleosa que reveste o nanoporo. O revestimento captura e conduz a molécula de interesse suavemente através do nanoporo, sem causar entupimento.

O revestimento também permite que os pesquisadores ajustem a espessura do nanoporo com uma precisão próxima ao nível atômico.

“Isso nos dá uma ferramenta muito melhor para a caracterização das biomoléculas,” disse Michael Mayer, coautor do estudo.

“O nanoporo nos permite obter dados sobre o seu tamanho, carga, forma, concentração e a velocidade com que se montam. Isto poderá nos ajudar a entender, e possivelmente diagnosticar, o que sai errado em uma categoria de doenças neurodegenerativas que inclui Parkinson, Huntington e Alzheimer,” explica o cientista.

Antenas da mariposa da seda – A “bicamada lipídica fluida” foi inspirada em um revestimento que recobre as antenas da mariposa da seda do sexo masculino, que ajuda o animal a detectar o cheiro das mariposas fêmeas que se encontram nas proximidades.

O revestimento captura as moléculas de feromônio no ar e as transporta através de nanocanais no exoesqueleto até as células nervosas, que enviam uma mensagem ao cérebro do inseto.
“Estes feromônios são lipofílicos. Eles tendem a se ligar a lipídios, materiais semelhantes à gordura. Assim, eles ficam presos e se concentram na superfície desta camada lipídica da mariposa da seda. A camada lubrifica o movimento dos feromônios para que eles cheguem onde são necessários. Nosso novo revestimento tem a mesma finalidade,” explica Mayer.

Peptídeos beta-amiloide – Uma das principais linhas de pesquisa do grupo é o estudo de proteínas chamadas peptídeos beta-amiloide, que os cientistas acreditam se coagule em fibras que afetam o cérebro no Mal de Alzheimer.

Eles estão interessados em estudar o tamanho e a forma destas fibras, e como exatamente elas se formam.

Para usar os nanoporos em experimentos, os pesquisadores colocam a pastilha perfurada entre duas câmaras de água salgada, uma das quais contém as moléculas a serem estudadas. A seguir, uma corrente elétrica é aplicada entre as câmaras, criando um movimento iônico que força as moléculas a passarem através dos nanoporos.

Conforme a molécula ou proteína atravessa o nanoporo, ela altera a resistência elétrica do poro. A mudança observada dá aos pesquisadores informações valiosas sobre o tamanho da molécula, sua carga elétrica e sua forma. (Fonte: Site Inovação Tecnológica)

Cientistas vão testar comunicação com golfinhos por computador

Um computador capaz de reconhecer o som emitido por golfinhos e gerar respostas em tempo real é o trabalho que está sendo desenvolvido pela organização Projeto de Golfinhos Selvagens, na Flórida (USA).

Grupos desses cetáceos têm se comunicado com humanos, por meio de desenhos e sons, desde a década de 60. Mas a comunicação é quase de uma mão única, explica Denise Herzing, que está à frente da pesquisa.

Desde 1998, Herzing e colegas tentam estabelecer uma comunicação de duas vias com os golfinhos. Primeiro, pelo uso de sons artificiais e, depois, associando-se os sons emitidos a quatro símbolos que aparecem em um keyboard especial usado debaixo d’água.

O golfinho pode pedir coisas apontando para cada um dos símbolos, como brincar ou pegar uma carona em uma onda, e não apenas receber ordens humanas.

O projeto é uma colaboração com o pesquisador de inteligência artificial Thad Starner, do Instituto de Tecnologia de Georgia, em Atlanta (EUA). A meta é criar um sistema de linguagem com os quais os golfinhos selvagens se comuniquem naturalmente que, por si só, já é uma grande desafio.

Os golfinhos podem produzir sons em frequências mais altas a 200 quilo-hertz – ou seja, quase dez vezes mais do que o ouvido humano é capaz de captar. Outro ponto a ser superado é como os animais projetam sons em diferentes direções sem mexer a cabeça, o que torna mais difícil reconhecer o “som-palavra” que emitiu.

Para contornar esse problema, Starner e colegas estão construindo um protótipo de computador do tamanho de um smartphone, dotado de dois fones de ouvido concebidos para funcionar debaixo d’água e captar os mais variados sons para então decifrá-los.

“Nem mesmo sabemos se os golfinhos usam palavras”, admite Herzing. “Poderíamos usar os sinais deles, se nós os conhecêssemos.” (Fonte: Folha.com)

Nova vacina da malária será testada em humanos em 2012

O cientista colombiano Manuel Elkin Patarroyo afirmou nesta segunda-feira (9) que sua nova vacina contra a malária “Colfavac” (Colombian falciparum vaccine) será testada em seres humanos em junho de 2012 depois de obter 90% de eficiência em macacos.

Patarroyo, que está na Espanha como convidado pela Fundação de Estudos Médicos para ministrar uma palestra sobre “Novas Vacinas para as Velhas Infecções”, revelou que 25 milionários criaram um consórcio para construir a unidade de produção da vacina depois de fracassarem as negociações com a indústria farmacêutica.

O cientista colombiano reconheceu que sua vacina anterior criada em 1986, “SPf66″, estava “incompleta”, com uma proteção para os seres humanos entre 30% e 50%, mas graças a descoberta em 2002 do genoma do parasita da malária e da ajuda de seu colaborador, Mauricio Calvo, conseguiu melhorá-la e divulgá-la em 25 de março na revista Chemical Reviews. (Fonte: Portal Terra)

Descoberto um dos primeiros minerais do Sistema Solar

Geólogos anunciaram a descoberta de um autêntico fóssil mineral, um dos primeiros minerais formados em nosso Sistema Solar.

O mineral, chamado crotita, é o principal componente de uma inclusão incomum, incorporada no interior de um meteorito (NWA 1934) que foi encontrado no noroeste da África.

Acredita-se que essas formações, conhecidas como inclusões refratárias, sejam os primeiros materiais planetários que se formaram naquilo que veio a se tornar o nosso Sistema Solar – antes da formação da Terra e dos outros planetas.

Fóssil mineral – O grão mineral em particular agora estudado é conhecido carinhosamente como “Ovo Trincado”, pelo seu aspecto característico – mas a formação é inteiramente mineral, não havendo nenhum fóssil biológico envolvido.

Os pesquisadores descobriram que o grânulo é de um tipo muito especial, conhecido como inclusão refratária, rica em cálcio e alumínio.

O termo refratário refere-se ao fato de que estes grãos contêm minerais que são estáveis a temperatura muito altas, o que comprova sua provável formação muito primitiva, condensando-se nas altas temperatura da nebulosa solar.

O principal componente do grão é um óxido de alumínio e cálcio de baixa pressão (CaAl2O4), nunca antes encontrado na natureza.

A determinação do arranjo atômico no mineral mostrou que a sua estrutura é a mesma de um componente sintético de alguns tipos de concretos refratários, usados em fornos, lareiras e churrasqueiras.

Nebulosa solar – E que informação podemos ter ao descobrir que um componente comum de um tipo de concreto feito pelo homem é encontrado na natureza apenas como um componente muito raro, em um grão formado mais de 4,5 bilhões de anos atrás?

Estes estudos são essenciais para decifrar as origens do nosso Sistema Solar – a criação do composto sintético equivalente requer temperaturas de pelo menos 1.500 ° C.

Isto, aliado ao fato de que o composto se forma sob baixas pressões, é consistente com a formação da crotita como uma fase refratária da nebulosa solar.

Daí a grande probabilidade de que a crotita seja um dos primeiros minerais a se formarem em nosso Sistema Solar.

Ovo Trincado – Estudos sobre essas inclusões inéditas encontradas no Ovo Trincado vão continuar, em um esforço para aprender mais sobre as condições em que elas se formaram e, posteriormente, evoluíram.

Além da crotita, o Ovo Trincado contém pelo menos oito outros minerais, incluindo um outro mineral inédito para a ciência e que ainda está sendo catalogado. (Fonte: Site Inovação Tecnológica)