quarta-feira, 3 de agosto de 2011

Manifestação pacífica contra Código Florestal em frente ao Congresso acaba em prisão


Jovens reuniram-se nesta terça-feira (2) em frente ao Congresso Nacional para protestar contra a aprovação do novo Código Florestal e contra a construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte. Os manifestantes estão acampados em Brasília desde domingo (31) e têm o objetivo de plantar mudas de árvores nativas do cerrado, no gramado em frente ao Congresso.
No domingo, três mudas foram plantadas: uma de Copaíba, uma de Ipê Roxo e outra de Aroeira, mas a Polícia Senado retirou todas. “Isso é um crime previsto em lei e, para cada muda retirada, 30 devem ser replantadas no lugar, ou seja, o Senado nos deve 90 mudas de plantas”, disse o historiador Leandro Cruz, de 28 anos, que participava do manifesto. Às 16h, o grupo reuniu-se, plantou uma das mudas no gramado e, posteriormente, as polícias Federal e Militar foram acionadas.
“No domingo, fomos tratados com violência. A polícia veio e arrancou as mudas e, não satisfeitos, [os policiais] partiram para a agressão”, afirma Augusto André, de 20 anos, do Rio Grande do Sul. Os policiais respeitaram uma espécie de culto que os manifestantes fizeram informalmente em torno da muda plantada, mas, logo depois, os jovens foram levados para a Delegacia do Senado, sob a alegação de que a perfuração do solo em frente ao Congresso era crime ambiental.
“Estamos aqui com plantas e não com armas. Queremos alertar a população que, com a aprovação do novo código, muito sangue será derramado”, ressaltou Leandro. “Temos vídeo com a ação dos policiais, que pode ser visualizado no blog que criamos para o movimento [jardimdaliberdade.wordpress.com]“, acrescenta. A bancada do P-SOL na Câmara dos Deputados se diz favorável ao movimento e ofereceu dois advogados do partido para representar os manifestantes.
Além de protestar contra o Código Florestal, os manifestantes querem manter o diálogo com a sociedade que, pare eles, está mal informada em relação ao projeto. “O novo Código Florestal nos faz ver que esse é um dos maiores escândalos governamentais desde a guerra do Iraque. Isso se não for mais. E a população precisa saber disso, uma vez que essa aprovação irá alterar suas vidas no futuro”, acrescenta Leandro. (Fonte: Agência Brasil)

Primeira versão do Plano de Resíduos Sólidos será apresentada no fim deste mês


No final deste mês será apresentada ao Brasil a primeira versão do Plano Nacional de Resíduos Sólidos. O documento contendo diagnóstico e um conjunto de informações sobre as metas e diferentes cenários estudados e propostos pelo Grupo de Trabalho (GT1) foi discutido durante a reunião do Comitê Interministerial, realizada na segunda-feira (1º), em Brasília.
O lançamento do Plano faz parte do calendário de ações do Comitê Interministerial da PNRS, que, no âmbito dos diferentes Grupos de Trabalho, promove ainda estudos e propõe medidas que visam à desoneração tributária de produtos recicláveis e reutilizáveis. Vai também formular estratégia para a promoção e difusão de tecnologias limpas para a gestão e o gerenciamento de resíduos sólidos.
O documento será colocado em discussão e receberá contribuições da sociedade nas audiências públicas regionais, que ocorrem nos meses de setembro a novembro deste ano. A sociedade também poderá contribuir, durante o período de realização das audiências públicas, por meio da consulta pública na internet. A versão final do Plano, após análise e incorporação das contribuições, será apresentada na Audiência Pública Nacional prevista para novembro, em Brasília.
Além do Ministério do Meio Ambiente, coordenador do Comitê, fazem parte da instância os ministérios das Cidades, do Desenvolvimento Social e Combate à Fome, da Saúde, da Fazenda, do Planejamento, Orçamento e Gestão, do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, da Agricultura, Pecuária e Abastecimento e da Ciência e Tecnologia, além da Casa Civil e da Secretaria de Relações Institucionais da Presidência da República. (Fonte: MMA)

Deputado é multado por queimada de 1,5 milhão de m² no Pará


O deputado federal Júnior Coimbra (PMDB-TO) foi multado em R$ 3 milhões pelo Ibama pela destruição, com fogo, de 153 hectares (1,53 milhão de m²) de floresta “em regeneração” na fazenda Vale da Cachoeirinha, em São Félix do Xingu (PA), de sua propriedade.
A fazenda do deputado tem, ao todo, 4 mil hectares, e se situa na na Área de Proteção Ambiental (APA) Triunfo do Xingu, mas isso não proíbe que nela haja atividade econômica, como criação de gado. Consultado pelo Globo Natureza, o parlamentar disse que o fogo foi acidental e que não se sabe quem foi o causador. Ele supõe que tenha sido alguém que passava numa estrada próxima à propriedade.
O que o Ibama classifica como “floresta nativa amazônica em recuperação”, o parlamentar descreve como pasto com um trecho de mata. “Foi um fogo acidental que entrou na propriedade. Queimou a pastagem e deu um prejuízo enorme. Mas para o Ibama não interessa se foi acidental ou não. As argumentações têm que ser feitas judicialmente”, disse, ao explicar que pretende recorrer da multa. Segundo o deputado, seus funcionários tentaram de todas as maneiras apagar o fogo, chegando até mesmo a se queimar, mas não conseguiram contê-lo. 
Por satélite – A fazenda Vale da Cachoeirinha foi visitada por fiscais em helicóptero depois que identificaram, na última terça-feira (26), um grande foco de calor no local, em imagens de satélite. Segundo o órgão ambiental, a floresta em recuperação estava sendo derrubada e queimada “sem critério algum, para ampliar a pastagem da fazenda”. Júnior Coimbra nega que queria aumentar seu pasto.
Na propriedade foram apreendidas ainda cinco motosserras. “Não era motosserra que estava em serviço. Estava guardada. Não é uma arma, é um equipamento usada para cortar uma lenha ou alguma coisa”, explica o deputado, acrescentando que se trata de maquinário comum a qualquer propriedade rural.
Júnior Coimbra, segundo informa o Ibama, já foi multado outras duas vezes por desmatamento na propriedade, em 2005. Sobre estas multas, o deputado justifica que está recorrendo porque a derrubada foi feita para que pudesse exercer atividade econômica no local. (Fonte: Dennis Barbosa/ Globo Natureza)

Britânico deve ter alta após receber coração de plástico


Um paciente de 40 anos que chegou perto da morte por falência cardíaca poderá voltar para casa, após receber um implante de coração artificial em um hospital britânico. Após ter seu coração parcialmente substituído por um órgão de plástico no Papworth Hospital, em Cambridge, Inglaterra, Matthew Green vai aguardar em casa um doador para um transplante permanente.
Acredita-se que seja a primeira vez que um paciente britânico vai para casa com o órgão artificial implantado. Na grande maioria dos casos, por razões de segurança e para facilitar seu monitoramento, os pacientes nestas condições ficam internados. Cerca de 900 operações desse tipo foram feitas no mundo. Segundo o cirurgião cardiologista Steven Tsui, diretor do serviço de transplantes do hospital, havia riscos de que o londrino Green não sobrevivesse enquanto aguardava na lista de espera por um transplante.
“A lista do hospital tem uma média constante de 30 pessoas aguardando um transplante”, explicou Tsui. “Um terço dos pacientes fica esperando por mais de um ano.” “A condição de Matthew estava se deteriorando rapidamente, então discutimos a possibilidade de que ele recebesse esse dispositivo porque, sem isso, talvez não sobrevivesse até que surgisse um doador apropriado.”
Recuperação excelente – Green, que é casado e tem um filho, sofria de miocardiopatia arritmogênica do ventrículo direito, uma condição que pode levar à falência cardíaca e até à morte. Sua saúde vinha piorando nos últimos anos, tornando o transplante de coração a única saída.
O implante temporário do chamado Coração Artificial Total é normalmente usado como uma fase intermediária, para que pacientes em estado grave, com falência nos dois ventrículos, possam ganhar tempo enquanto aguardam o transplante definitivo. O implante funciona da mesma forma como um coração transplantado, ou seja, o órgão artifical substitui os dois ventrículos e as válvulas cardíacas, aliviando os sintomas e os efeitos da falência cardíaca grave. No entanto, o dispositivo não é adequado para uso a longo prazo. Tsui disse que a cirurgia de Green, feita no dia 9 de junho, correu “muito bem”.
“Matthew está tendo uma recuperação excelente’, disse. ‘Espero que ele vá para casa em breve, que seja capaz de fazer muito mais do que antes da operação, e que tenha uma qualidade de vida muito melhor – até que possamos achar um doador apropriado para um transplante.”
Motor na mochila – “Há dois anos, eu percorria 14 km de bicicleta para ir para o trabalho e outros 14 km para voltar todos os dias, mas, na época em que fui internado, me esforçava para conseguir andar alguns metros”, disse Green. “Estou realmente ansioso para voltar para casa e ser capaz de fazer as atividades de todos os dias que não pude fazer durante tanto tempo, como brincar com meu filho no jardim e cozinhar uma refeição para a minha mulher.” Green vai sair do hospital carregando nas costas uma mochila que contém um motor portátil de 6 kg, para manter seu coração funcionando.
O Papworth realiza cerca de 2 mil cirurgias de coração por ano, mais do que qualquer outro hospital na Grã-Bretanha. O hospital realizou o primeiro transplante de coração do país, em 1979. Desde a década de 1980, o hospital vem utilizando dispositivos mecânicos para manter vivos os pacientes com falência cardíaca grave. O Coração Artificial Total é uma versão moderna do coração artificial Jarvik-7, usado na década de 1980. Em novembro de 1986, um paciente recebeu um implante Jarvik e sobreviveu dois dias até receber um transplante. (Fonte: G1)

ONU: Sem acordo climático, COP-17 será passo para nova negociação


As negociações climáticas que ocorrerão na África do Sul no fim deste ano podem não resultar em um novo pacto para reduzir as emissões de CO2, entretanto, será importante para determinar os esforços a longo prazo no combate às alterações climáticas, afirmou nesta terça-feira (2) um oficial das Organização das Nações Unidas (ONU).
Segundo Adrian Macey, oficial sênior da ONU, o futuro do Protocolo de Kyoto é visto sob ameaça. O plano, que obriga 40 países industrializados a cortar as emissões de gases de efeito estufa até 2012 deve não ter mais a participação de países como Japão, Canadá e Rússia se os Estados Unidos continuarem a não aceitar o acordo. Para ele, a lacuna entre Kyoto e uma nova forma de reduzir as emissões é inevitável.
“É muito cedo para pensar no resultado de Durban (cidade sul-africana que abrigará a COP-17), pois as expectativas não são altas neste momento”, afirmou Macey durante conferência do clima que ocorre na Nova Zelândia. “Mas minha visão é que, aconteça o que acontecer, os 191 países não vão abandonar os esforços da ONU de desenvolver uma ação global a longo prazo contra a mudança climática. Ficou claro que o encontro de Durban será uma transição para uma arquitetura mais viável nas negociações a longo prazo”, afirmou.
Sem acordo – Em reunião que antecede a Conferência das Partes da África do Sul, o ministro da Nova Zelândia para mudanças climáticas, Tim Groser, afirmou que a comunidade global está aceitando a realidade de que não haverá acordo no próximo encontro. As negociações teriam falhado devido ao abismo entre os países desenvolvidos e em desenvolvimento na questão sobre quem deve arcar com o ônus de reduzir as emissões que alimentam o aquecimento global. A intransigência ocorre nas negociações que incluem as emissões da aviação, do transporte marítimo e também na gestão dos mercados de carbono.
Os cientistas dizem que o tempo está acabando para o mundo chegar a um acordo sobre os cortes de CO2 para evitar a elevação da temperatura do planeta em 2ºC, considerado o limite para a perigosa mudança climática.(Fonte: G1)

Cientistas mapeiam regiões críticas para mamíferos aquáticos


Golfinhos, baleias e outras espécies de mamíferos aquáticos acabam de ganhar um mapa que pode ajudar a preservar este que é um dos grupos mais ameaçados pelas ações do homem. Pesquisadores dos EUA e do México fizeram um extenso levantamento com os hábitos, dinâmicas e outras informações de 129 espécies de mamíferos aquáticos e selecionaram 20 locais-chave para sua conservação.
Embora esses animais estejam espalhados por mares, rios e lagoas de todo o mundo, os pesquisadores, liderados por Sandra Pompa, da Universidade Nacional Autônoma do México, listaram 11 pontos classificados como “insubstituíveis”. Essas regiões foram selecionadas por sua importância para a preservação de espécies que não podem ser encontradas em outros lugares. A foz do rio Amazonas, no Brasil, habitat de espécies como o boto-cinza, é um deles. “Esses locais podem servir para a adoção de estratégias para a proteção desses animais”, diz o trabalho, publicado na revista “PNAS”.
Os cientistas identificaram que o risco é mais elevado em áreas de maior latitude. A vulnerabilidade se intensifica nas ilhas Aleutas, um prolongamento da península do Alasca, e na península Kamchatka, na Sibéria. Essas regiões já tiveram caça intensiva de focas e baleias.Além da pesca, esses animais são extremamente sensíveis às mudanças em seus ambientes. Vítimas do aquecimento global, da poluição e até de obras de infraestrutura, 24% das espécies consideras na pesquisa estão ameaçadas de extinção.
O exemplo mais recente é o golfinho baiji (Lipotes vexillifer), da China, declarado extinto em 2008. Além de ter partes de seu corpo usadas na medicina chinesa, a construção de uma hidrelétrica acabou com seu habitat. O óleo de baleia também é usado na medicina chinesa. A carne do animal é considerada uma iguaria em países como o Japão. (Fonte: Giuliana Miranda/ Folha.com)

Transposição do São Francisco ficará 36% mais cara


As obras da transposição do Rio São Francisco ficarão 36% mais caras que a previsão inicial do governo. O orçamento de R$ 5 bilhões foi reestimado para R$ 6,85 bilhões. De acordo com o ministro da Integração Nacional, Fernando Bezerra Coelho, o aumento se deve a reajustes contratuais, necessidade de aditivos, elevação de preços para licitação de novos lotes e custos com compensações ambientais.
Em apenas quatro dos 14 lotes da obra, o ritmo dos trabalhos é considerado normal. Em três, o ritmo é lento e, em cinco, as obras estão paralisadas à espera de termos aditivos. Bezerra Coelho disse que o governo espera assinar os termos até o fim deste mês para que o trabalho seja retomado. Segundo o ministro, como a lei limita a assinatura de aditivos a 25% do valor global do empreendimento, algumas obras terão que ser relicitadas. No total, as alterações representarão aumento de R$ 771 milhões no custo da transposição.
Para a licitação dos lotes 5 e 8, que deve ocorrer ainda este ano, o governo calcula uma elevação de preços de 20% a 30% em relação aos valores contratados nas licitações feitas em 2007, o que também foi considerado na nova estimativa.
Além do reajuste nos valores das obras, o ministro disse que o novo custo incluiu gastos extras com a implantação de projetos básicos ambientas (PBAs), que serão necessários para a renovação da licença de instalação concedida pelo Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama). “Na época da concessão da licença, o ministério se responsabilizou pela implantação de 38 PBAs. Já gastamos R$ 170 milhões e os técnicos agora estimam gastos de mais R$180 milhões com PBAs novos ou já existentes”.
Apesar da elevação de 36%, Bezerra Coelho disse que não há indícios de sobrepreços nos contratos e que a assinatura de aditivos é comum em obras de grande porte. “Os preços foram auditados, os contratos foram auditados. Qualquer insinuação de sobrepreço nas obras da transposição não se sustenta. E não é pela minha afirmação, isso está em relatórios do Tribunal de Contas da União e da Controladoria-Geral da União”.
O ministro ressaltou que o aumento na estimativa do custo da transposição está dentro da variação de preços para o mercado da construção nos últimos anos. “O valor do aumento do custo, de 36%, está em linha com os reajustes verificados nesse mesmo período com base no INCC [Índice Nacional de Custo da Construção], que no período foi de 39%”, comparou.
Na avaliação geral, 56,7% das obras da transposição estão concluídas. Com a assinatura de aditivos, o governo espera normalizar o ritmo das obras em todos os lotes. “Esperamos que até o fim do mês de setembro a obra possa estar toda remobilizada”, disse o ministro. Este ano, o governo deve desembolsar cerca de R$1 bilhão para o projeto. (Fonte: Luana Lourenço/ Agência Brasil)

Alce fêmea usa gemidos para ‘manipular’ machos


Alces fêmeas podem ser capazes de manipular machos enamorados incitando brigas entre machos rivais por meio de gemidos, segundo pesquisadores. Já se sabia anteriormente que as fêmeas produziam “gemidos de protesto” em resposta aos avanços dos machos. Cientistas da Universidade do Estado de Idaho, nos Estados Unidos, descobriram que as fêmeas gemem mais quando são abordadas por machos menores e que isso provoca brigas com machos maiores.
Segundo a pesquisa, publicada na revista científica Behavioural Ecology and Sociobiology, as fêmeas podem ter mais controle sobre a escolha de parceiros do que se imaginava anteriormente.
Aproximações – Os alces são animais poligínicos, o que significa que um macho copula com várias fêmeas, mas cada fêmea tem apenas um parceiro macho. A reprodução ocorre durante o outono, quando os machos competem pelas fêmeas, resultando em ferozes batalhas. Os pesquisadores observaram os alces durante esse período no Parque Nacional Denali, no Alasca. “As fêmeas davam gemidos de protesto com mais frequência em resposta à aproximação de machos pequenos, apesar de os machos maiores se envolverem em mais aproximações”, afirma o coordenador do estudo, Terry Bowyer.
Escolha – O especialista, que vem estudando os alces nessa região desde a década de 1980, percebeu que o gemido das fêmeas tinha um propósito duplo. “Esse comportamento das fêmeas as ajuda a evitar o assédio de machos menores, mas também provocava brigas entre os machos maiores, afirma. “A agressão dos machos era mais comum quando as fêmeas davam gemidos de protesto do que quando não davam, indicando que essa vocalização incite a agressão entre os machos”, observa.
Segundo Bowyer, a pesquisa também indica que as fêmeas de alce poderiam provocar propositalmente brigas entre os machos como uma forma de escolher seus parceiros. “Os gemidos de protesto permitem às fêmeas exercer alguma escolha em um sistema de acasalamento no qual os machos restringem essa escolha por meio do combate com outros machos”, disse ele à BBC. Para Bowyer, a escolha das fêmeas pode ter sido subestimada porque era “escondida” pelos combates entre os machos. “Acreditamos que a escolha feminina é um componente mais importante dos sistemas de acasalamento em mamíferos poligínicos do que se pensava anteriormente”, conclui ele. (Fonte: Portal iG)