quinta-feira, 19 de maio de 2011

Ativistas protestam contra o uso de couro animal na Índia

Ativistas da ONG Peta (Pessoas pelo Tratamento Ético aos Animais, na tradução para o português) realizaram protesto nesta terça-feira (17) contra o uso de couro animal na cidade de Hyderabad, na Índia.

Vestidos de anjos da morte, os manifestantes seguravam foices, réplica de uma carcaça de animal com a pele retirada, além de uma cabeça de vaca artificial. A ação foi um alerta para uso de animais na indústria de couro e faz parte de uma campanha de conscientização sobre o tema, que começou em fevereiro deste ano. (Fonte: G1)

Plástico “verde” usa sobra vegetal da indústria canavieira

Quase já não é possível imaginar o nosso mundo sem plástico. Até mesmo quando se trata de conservação ambiental, essa espécie de “matéria-prima da vida moderna” também possui um papel importante. Por motivos bastante óbvios: o plástico convencional provém, em sua maioria, do petróleo.

De todos os estoques mundiais do óleo bruto, cerca de 4% são destinadas à fabricação do produto. Durante o processo industrial, são liberados na atmosfera seis quilos de CO2 para cada quilograma de plástico produzido. Considerando ainda o ritmo acelerado com o qual as reservas naturais de petróleo estão se extinguindo, logo se conclui o porquê das alternativas sustentáveis ao plástico terem sido tão bem-sucedidas nos últimos anos – especialmente na indústria de embalagens. 

O plástico “verde” – ou o bioplástico – é composto geralmente por plantas como a cana-de-açúcar, o trigo, o milho ou a batata, mas também por óleo vegetal. Dificilmente pode-se encontrar algum produto doméstico para o qual ainda não haja ou esteja sendo desenvolvida uma alternativa em bioplástico. As aplicações do material incluem desde estruturas para celular e talheres descartáveis até sacolas de supermercado e vasos de flores, passando por sapatos e fraldas.

Para os especialistas, esse é apenas um elemento da crescente demanda por produtos sustentáveis, causada pela explosão no mercado de alimentos orgânicos nos últimos anos. “Hoje é bem melhor ter uma imagem ‘ecológica’ do que uma convencional. E as empresas tiram proveito disso”, analisa Norbert Voell, representante da Duales System GmbH – sociedade responsável pelo Ponto Verde, sistema de reciclagem de lixo na Alemanha. “Evidentemente, é melhor saber que os legumes orgânicos que se compra no supermercado vêm embalados de forma ecológica do que no saco plástico convencional”.

Grandes negócios – A tendência despertou reação também nas empresas responsáveis pelo produto tradicional, feito de petróleo – além de um investimento multimilionário em pesquisas e métodos de produção “verdes”. O grupo de gigantes globais desse ramo inclui, entre outros, a corporação agrícola estadunidense Cargill, a empresa italiana Novamont e a companhia química alemã BASF.

Materiais plásticos biodegradáveis como o poliactide, derivado de milho, já estão em uso em algumas das maiores redes de supermercados e multinacionais da indústria alimentícia, tais quais o Wal-Mart ou a Coca-Cola.

O plástico “verde” é responsável ainda por grandes negócios em solo brasileiro. No país, líder mundial na produção de açúcar, a empresa petroquímica Braskem utiliza a crescente indústria nacional de etanol canavieiro para produzir o bioplástico.

Do bagaço ao ecologicamente correto – No entanto, questionamentos foram levantados quanto à nova alternativa. Um deles discute se a sua produção não irá promover o desmatamento ou estancar as plantações de alimentos, assim como supostamente teria acontecido com o biocombustível. “Os argumentos apresentados quando se trata de bioplástico são parecidos com os relativos ao óleo de dendê”, aponta Voell, se referindo ao sul da Ásia, onde enormes áreas florestais são erradicadas a cada ano para dar lugar a lucrativas lavouras de palmas.

A fim de reagir às críticas, pequenos projetos procuram sair do padrão e, ainda assim, integrar a explosão da indústria canavieira. Um deles, concebido numa parceria entre Brasil e Alemanha, no Senai Climatec de Salvador (BA), produz plástico a partir dos restos da cana-de-açúcar, que são descartados pelas fábricas de etanol da região.

Os chamados “bagaços” costumam ser queimados, resultando em grandes emissões de dióxido de carbono na atmosfera. O objetivo é transformar o produto reciclado no futuro plástico convencional e, com isso, sobrepor outro grande setor econômico do país: a indústria automotiva.

O avanço comercial do plástico “verde” parece inevitável. Todavia, até o momento, a variante ecológica representa apenas um percentual menor do que 1% no mercado global de plástico. E a associação industrial Plásticos Europeus acredita que o montante não deve crescer mais do que 5 a 10% nos próximos anos.

“A questão está nos altos custos de produção, mas também no fato do bioplástico ser pior em termos de manipulação e tratamento termomecânico em comparação com o material tradicional”, afirma Michael Niaounakis, especialista em polímeros do Instituto Europeu de Patentes de Haia.

Menos dióxido de carbono? – Ainda assim, os especialistas veem um verdadeiro potencial no bioplástico para reduzir as emissões de gases do efeito estufa e, com isso, adiar as mudanças climáticas. O produto “verde” subjuga o convencional por demandar menos energia em sua produção e por ser livre de toxinas. Mas, a princípio, são necessários mais estudos científicos para se comprovar o quão sustentável, de fato, é o bioplástico.

“O fato de ele ser feito com matéria-prima renovável não o faz automaticamente melhor para o meio ambiente”, ressalva Gerhard Kotschik da Agência Federal do Meio Ambiente na Alemanha. “É preciso considerar todo o ciclo de produção. Para, só então, dizer se o bioplástico é mais ecologicamente correto do que o feito de petróleo”.

Com a reciclagem do bagaço da cana-de-açúcar, contudo, os produtores de plástico de Salvador, na Bahia, oferecem uma primeira resposta positiva. (Fonte: Folha.com)

Beber café reduz risco de câncer de próstata, diz estudo

Para reduzir os riscos de desenvolver um câncer de próstata, quanto mais café melhor, de acordo com um novo estudo publicado nesta terça-feira por pesquisadores da Escola de Saúde Pública de Harvard, nos Estados Unidos.

Homens que bebem seis ou mais xícaras de café por dia apresentaram uma redução de 60% no risco de desenvolver um tipo extremamente letal de câncer de próstata, e uma redução de 20% no risco de sofrer com qualquer tipo de câncer de próstata em relação a homens que não consomem a bebida.

Até aqueles que bebem apenas entre uma e três xícaras por dia já se beneficiam com uma queda de 30% do risco de ter o tipo mais letal do câncer de próstata.

“Poucos estudos analisaram especificamente a relação entre o consumo de café e o risco de câncer de próstata letal, a forma mais violenta da doença, que é praticamente impossível de prevenir”, destacou Lorelei Mucci, professora de Harvard e principal autora do trabalho. “Nosso estudo é o maior até hoje a examinar se o café é capaz de reduzir o risco de câncer de próstata letal.”

Segundo os pesquisadores, os efeitos são os mesmos para o café descafeinado, o que leva a crer que o benefício está associado às propriedades antioxidantes e anti-inflamatórias do café.
O câncer de próstata é a forma mais comum da doença diagnosticada anualmente entre os americanos, e as estimativas calculam que um em cada seis homens terá câncer de próstata ao longo da vida nos Estados Unidos.

Os principais fatores de risco associados à doença são as dietas ricas em gordura, consumo exacerbado de álcool e a exposição a produtos químicos, além da hereditariedade.

O estudo acompanhou 47.911 homens, que forneceram aos pesquisadores informações sobre seus hábitos de consumo de café entre 1996 e 2008. Ao longo da pesquisa, 5.035 deles desenvolveram câncer de próstata, incluindo 642 casos letais. (Fonte: G1)

Código Florestal será votado na próxima semana, diz Vaccarezza

O líder do governo na Câmara, Cândido Vaccarezza (PT-SP), afirmou nesta terça-feira (17) que a votação da reforma do Código Florestal deve ocorrer na próxima semana, entre terça-feira e quarta-feira.

Na semana passada, Vaccarezza afirmou que o governo não trabalhava com prazos para a análise do texto. Questionado sobre a mudança de postura, o petista disse que “não há mais como adiar” a votação.

“Vamos colocar para votar. Pode escrever. Colocamos para votar até para perder, mas tenho certeza que vamos ganhar.”

O governo estaria atuando nos bastidores para enquadrar aliados que mostram disposição para votar pela emenda que a oposição vai apresentar ao texto do relator Aldo Rebelo (PCdoB-SP), permitindo qualquer tipo de plantio nas APPs (áreas de preservação permanente).

Pelo texto de Aldo, a produção agrícola estaria proibida de forma geral em matas ciliares (as chamadas APPs ripárias) em rios largos, com previsão para que fosse regulada por decreto. Há indicações de que deputados do PR, PP e do PMDB ligados a bancada ruralista aprovam a emenda da oposição. “Vamos derrubar [a emenda da oposição]“, disse Vaccarezza.

A expectativa é de que o vice-presidente Michel Temer e o líder do PMDB na Câmara, Henrique Eduardo Alves (RN), controlem a bancada para derrubar a emenda. O líder do governo disse que Aldo deve começar a se reunir a partir de amanhã com as bancadas para discutir ajustes no texto.

Na semana passada, o governo mobilizou a base aliada para retirar o código de votação após perceber movimento na base para aprovar a emenda da oposição.

Durante a discussão, o líder do PMDB, que comanda a segunda maior bancada da Casa, chegou a se comprometer a não votar mais nada antes da conclusão do código. Alves está em viagem oficial e só retorna amanhã ao Brasil. (Fonte: Márcio Falcão/ Folha.com)

Explosão de melancias preocupa fazendeiros chineses

Fazendeiros no leste da China estão perplexos após melancias de suas plantações terem começado a explodir.

Uma investigação feita pela mídia estatal chinesa revelou que milhares de metros quadrados de plantações estão sendo perdidos por causa do problema.

Um programa da Televisão Central da China atribuiu o problema ao uso excessivo de um produto químico que ajuda a fruta a crescer mais rápido.

Mas especialistas em agricultura não foram capazes de explicar por que frutas que teriam sido cultivadas sem produtos químicos também explodiram. Eles mencionaram as condições climáticas e o tamanho anormal das frutas como possíveis causas.

Sementes Importadas – De acordo com a agência chinesa de notícias Xinhua, 20 fazendeiros de uma cidadezinha na província de Jiangsu plantaram sementes de melancia importadas do Japão. Dez deles disseram que suas frutas tinham começado a explodir.

O agricultor Liu Mingsuo disse à Xinhua que mais de dois terços de suas frutas haviam explodido. Ele contou que, no dia 6 de maio, aplicou um produto químico para estimular o crescimento das frutas. Liu disse que, no dia seguinte, mais de 180 melancias explodiram.

Porém, segundo relatos, do grupo de dez fazendeiros cujas frutas explodiram, Liu teria sido o único a usar produtos químicos para ajudar o crescimento das melancias.

Outro fazendeiro, Wang Dehong, que vem cultivando melancias há 20 anos, não consegue entender por que suas frutas teriam explodido. Ele disse não ter usado produtos químicos.

Engenheiros agrônomos que investigam o incidente não conseguiram explicar o fenômeno. A China aprovou o uso de produtos que estimulam o crescimento em quantidades limitadas. Até o presente, testes mostram que o produto usado pelos fazendeiros é seguro, informou a Xinhua.

Entretanto, à medida que aumenta a preocupação do público com segurança em alimentos, especialistas defendem a introdução de um sistema de controle de qualidade, detalhando cada estágio da cadeia alimentar e mantendo o público informado. (Fonte: G1)

Governo alemão quer um milhão de carros elétricos no país até 2020

A Alemanha planeja se tornar líder no mundo em carros elétricos, anunciou a chanceler federal Angela Merkel em Berlim na segunda-feira (16), após um encontro com representantes da indústria e dos sindicatos.

Atualmente, circulam na Alemanha 2.300 veículos deste tipo, mas até 2020 o governo alemão quer aumentar este número para 1 milhão. Merkel vai ainda mais longe, apostando em 6 milhões de veículos circulando nas ruas alemãs até 2030.

Para atingir esta meta, Berlim pretende liberar os carros elétricos de impostos por dez anos. Além disso, até 2013, o governo pretende disponibilizar cerca de um bilhão de euros para aperfeiçoar a tecnologia das baterias. Devido ao seu alto preço e baixa autonomia, elas são consideradas um dos empecilhos para a popularização do carro elétrico.

A Plataforma Nacional de Eletromobilidade (NPE, do alemão) criada há um ano, adverte que sem a ajuda financeira do Estado são viáveis apenas 450 mil carros elétricos nas ruas do país. Segundo o relatório apresentado pela NPE a Merkel nesta segunda-feira, são necessários fortes incentivos fiscais e a disponibilização de um programa de créditos pelo banco estatal KfW para incentivar o consumo.

O plano de incentivo aos carros elétricos deverá ser aprovado nesta quarta-feira pelo gabinete de governo em Berlim. Uma ajuda de cinco mil euros para quem trocar seu carro por um veículo elétrico, como acontece na França, foi descartado pela chefe de governo da Alemanha: “Acreditamos que esta não seja a melhor opção”. 

Criatividade nos incentivos – Também a indústria automobilística pretende investir nos próximos anos 17 bilhões de euros na pesquisa e no desenvolvimento deste tipo de veículo, disse o presidente da NPE, Henning Kagermann em entrevista ao jornal Handelsblatt. Isso poderia gerar 30 mil empregos até 2020.

O presidente da Daimler, Dieter Zetsche, considera inatingível a meta de 1 milhão de carros nas ruas alemãs até 2020. Ele calcula que, se não houver mudanças na política, este número fique apenas pouco acima dos 500 mil.O principal obstáculo para a compra de carros elétricos, na opinião de Zetsche, são os altíssimos custos, pois a compra e a manutenção de um veículo elétrico hoje exigiriam 11 mil euros a mais do que um carro com motor a combustão. “Mesmo em 2017 esta soma ainda deverá beirar os 5 mil euros”, acrescentou.

Concorrência asiática – “Estou muito confiante de que a Alemanha possa muito rapidamente recuperar o tempo perdido”, disse a chanceler federal, referindo-se à feroz concorrência dos fabricantes de automóveis em países emergentes, sobretudo na Ásia.

Merkel enfatizou que a Alemanha está em meio a uma competição global e que até 2014 se pretende preparar o mercado para carros elétricos. A popularização deste tipo de veículo é esperada a partir de 2017. (Fonte: Folha.com)

Impactos climáticos na Amazônia

O aumento na temperatura e o decréscimo das chuvas na Amazônia acima da variação global média esperadas são as principais conclusões do relatório final do projeto Riscos das Mudanças Climáticas no Brasil – Análise conjunta Brasil-Reino Unido sobre os Impactos das Mudanças Climáticas e do Desmatamento na Amazônia, divulgado pelo Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe) e Met Office Hadley Centre (MOHC).

O documento é resultado de três anos de trabalho de pesquisadores do Reino Unido e do Brasil, com financiamento da Embaixada Britânica. Os estudos mostram a importância da Amazônia para o clima global e como provedora de serviços ambientais para o Brasil.

O objetivo do projeto é subsidiar os formuladores de políticas com evidências científicas das mudanças climáticas e de seus possíveis impactos no Brasil, na América do Sul e em nível global.

“A experiência do MOHC, líder mundial em modelagem climática, aliada à experiência do Inpe em estudos sobre mudanças climáticas na América do Sul possibilitaram a identificação de possíveis cenários e impactos, com projeções inovadoras dos efeitos das mudanças climáticas antrópicas na região”, disse José Marengo, pesquisador do Inpe, que coordenou o projeto no Brasil.

O projeto utilizou um conjunto de modelos globais e regionais desenvolvidos pelo MOHC e pelo Centro de Ciência do Sistema Terrestre do Inpe para projetar efeitos das emissões de gases de efeito estufa no clima do mundo e fornecer mais detalhes sobre o Brasil. Embora as projeções abranjam todo o país, o foco do relatório se concentra na Amazônia, área de preocupação nacional, regional e mundial.

O projeto foi criado pelo Fundo para Programas Estratégicos do Governo do Reino Unido, antigo Global Opportunity Fund (GOF). O trabalho terá continuidade como parte do programa científico do Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia para Mudanças Climáticas e da Rede Brasileira de Pesquisas sobre Mudanças Climáticas Globais, sediados no Inpe. (Fonte: Agência Fapesp)

Ibama aguarda relatório técnico para decidir sobre licença definitiva para Belo Monte

Ainda não há data prevista para a emissão da licença definitiva de construção da Usina Hidrelétrica de Belo Monte, no Pará. No entanto, o presidente do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama), Curt Trennepohl, acredita que, caso não surjam novas condicionantes, o processo poderá ser concluído assim que o relatório que está sendo preparado por técnicos do órgão, a partir das vistorias feitas entre os dias 12 e 14 de maio, seja apresentado.

“Podem surgir novas condicionantes e, nesse caso, a conclusão [do processo de licenciamento] levará um tempo a mais”, disse Trennepohl, depois de participar de um seminário sobre a usina. “Estamos muito atentos às ações antecipatórias, envolvendo questões de saneamento e de construção e reforma de escolas e postos de saúde”, acrescentou, após ser perguntado sobre as áreas identificadas como mais problemáticas para a emissão do licenciamento.

Segundo ele, há condicionantes que só poderão ser cumpridas em etapas posteriores. “Nem todas condicionantes precisam ser cumpridas na fase da licença prévia. É o caso, por exemplo, do monitoramento da água e do resgate da fauna, que só poderão ser feitos entre a etapa da conclusão das barragens e a entrada em operação da usina, quando a represa começar a encher”.

Trennepohl disse não ter, ainda, ideia de quando o relatório será apresentado. “Não dá para dar prazos já que eu não participo e nem acompanho o andamento das reuniões entre a equipe técnica. Até porque isso seria uma interferência no trabalho deles”, argumentou. (Fonte: Pedro Peduzzi/ Agência Brasil)

Reino Unido pretende reduzir emissões de carbono pela metade até 2025

O governo britânico anunciou nesta terça-feira (17) um “ambicioso” objetivo de redução de suas emissões de dióxido de carbono em 50% para 2025 em relação aos níveis de 1990.

A meta está incluída no “orçamento do carbono” britânico para o período 2023-2027 apresentado no Parlamento.

“Quando formamos a coalizão no ano passado, dissemos que queríamos que este fosse o governo mais ecológico da história”, declarou o primeiro-ministro David Cameron em um comunicado.

“É o enfoque correto se quisermos lutar contra as mudanças climáticas, assegurar nosso abastecimento energético no longo prazo e aproveitar as oportunidades oferecidas pelas indústrias ecológicas”, acrescentou o chefe do governo.

O comunicado indica também que o governo britânico continuará defendendo uma meta de redução de até 30% das emissões na União Europeia para 2020, contra os atuais 20%, além de “uma ação mais ambiciosa nos anos 2020″.

No entanto, indica que a meta britânica pode ser revisada em 2014 se não estiver na mesma linha que a da União Europeia. (Fonte: Portal iG)